De Memory Banda no Malawi a Adama Djaló na Guiné-Bissau, passando por Joanita Rodrigues, Sandra Querido e Astrigilda Silveira em Cabo Verde, as mulheres africanas estão a reescrever, em silêncio, mas com firmeza, as regras do que significa liderar.
Lideram com escuta. Lideram com presença. Lideram a partir das comunidades e não acima delas. Trazem para a mesa uma sensibilidade que durante décadas foi sistematicamente excluída dos espaços de decisão.
A liderança humanizada não pode existir sem a paridade. E a paridade não é uma concessão: é uma exigência ética, estratégica e económica para qualquer organização que queira prosperar nos próximos 20 anos.
Entre as vozes que enriqueceram este diálogo em Cabo Verde, destacam-se Elga Carvalho, Herminalda Rodrigues, Filomena Fortes, Danila Ferreira e Janira Hopffer Almada — referências em educação, liderança empresarial, inclusão, cultura organizacional e serviço público.
O HLICCV 2026 dedicou painéis específicos ao tema, com vozes de referência da governação, da academia e do empreendedorismo, num diálogo intergeracional sobre como acelerar a mudança.



